quinta-feira, 11 de março de 2010

365 DIAS INTERAGINDO !

Com o objetivo de estar sempre por perto do seu público, o Laboratório Esportivo no post Sua Marca em Atividade o Ano Todo sugeriu aos leitores que desenvolvesse uma série de ações ao longo de datas comemorativas durante o ano. No post, trouxemos um exemplo, o vídeo criado pela Puma para os dias do namorado.

Nós fomos mais modestos sugerindo ações por datas comemorativas. Já a marca de tênis New Balance foi além e lançou o projeto New Balance 365. É isso mesmo, a marca propõe interatividade durante os 365 dias do ano. Desde o dia 22 de fevereiro, toda manhã haverá um vídeo novo de 20 segundos convidando as pessoas a pensarem no conceito “The Balance” (”o equilíbrio”) e na essência e no espírito da marca. O projeto foi idealizado pela própria empresa, em conjunto com o diretor de cinema sueco Jesper Koothoofd.

Além do site haverá um aplicativo que poderá ser baixado no iphone. Este aplicativo funcionará como um dispertador que também será atualizado a cada dia.

Ok, interagir é necessário, super importante para cativar os seus seguidores, mas todo dia é exagero. Continuamos achando que um calendário focado em datas comemorativas já é suficiente e poderá trazer um retorno bastante relevante para suas ações de marketing esportivo.

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A SEGMENTAÇÃO NO ESPORTE E A BUSCA POR PATROCÍNIO.

Você saberia dizer qual o público alvo do seu clube, da sua associação, dos torneios que você organiza ? Qual é o perfil do público que “consome” o seu serviço ? No esporte é comum ver gestores esportivos reclamarem de falta de patrocínio, mas são poucos os que sabem vender o seu peixe para o patrocinador correto.

Entendemos que para aumentar as suas chances de fechar parcerias para o seu evento esportivo é fundamental que você evidencie ao potencial patrocinador, que o segmento de mercado que ele tem interesse é o mesmo que compete em seus eventos. Caso façamos a seguinte pergunta: “Você sabe o perfil dos seus atletas ?” Muitos dirigentes terão a resposta na ponta da lingua, dando detalhes e inúmeros exemplos. Entretanto, na mesa de negociações, na hora de apresentar um plano de negócio estruturado … cadê os números ? onde estão os dados ? e todos aqueles exemplos, da onde surgiram ?

Com este exemplo queremos ressaltar que de pouco valerá as suas lembranças, todos estes dados registrados de forma empírica, na cabeça do dirigente esportivo. O que realmente contará é ter estes dados formalizados, registrados em alguma planilha, por exemplo. Ter uma base de dados organizada, bem preenchida e atualizada certamente fará a diferença na busca por patrocínio no esporte. Uma gestão esportiva sem dados organizados dificilmente será bem sucedida. Vale lembrar que um banco de dados bem estruturado poderá te ajudar a ir além do convencional, na busca por segmentação. Quem sabe até perceber que você possui um público relevante e altamente fidelizado em um segmento específico e que também é o público alvo de determinada impresa ou produto.

Veja por exemplo o caso de uma agência que irá lançar uma revista voltada para o segmento de mulheres praticantes de corrida de rua. (Fonte: Máquina do Esporte). Muito provavelmente a tomada de decisão por investir na edição de uma revista, o que envolve recursos financeiros relevantes, não foi tomada empiricamente. A empresa deve ter concluído através de números que haveria público interessado neste tipo de produto.


SAIBA COMO MEDIR O IMPACTO DE UM MEGA EVENTO ESPORTIVO.

Lançado no Reino Unido uma plataforma de medição de impacto de grandes eventos.

Anteção para a logo da Adidas ... tá vendo ?

Anteção para a logo da Adidas ... tá vendo ?

Uma das grandes questões que assolam a comunidade da indústria do esporte, mais especificamente os gestores responsáveis pelo marketing esportivo é: “Como dimensionar o retorno trazido pelas ações de marketing através do esporte ?”. Muito se fala que a exploração do esporte como uma ferramenta de marketing pode trazer bons retornos. Há casos de sucesso, como a parceria entre Banco do Brasil e Confederação Brasileira de Vôlei, que ajudou a rejuvenecer a marca do Banco. Mas a verdade é que os profissionais de marketing envolvidos na medição de suas ações terão um trabalho grande para obter dados reais. Entretanto, há uma luz no fim do túnel, um sinal de vida para os gestores esportivos – se não os brasileiros pelo menos os que trabalham no Reino Unido.

Um conjunto de empresas líderes no mercado de organização de mega eventos criou um ferramenta para medir o impacto da realização de mega eventos. A ferramenta é um wesite que demonstra como medir o impacto de um grande evento na mídia, na economia, na sociedade e no ambiente onde o evento foi realizado.

Esta pode ser uma ferramenta poderosissíma para o desenvolvimento da indústria esportiva nos países que formam o Reino Unido. A partir do momento que você se torna capaz de quantificar o retorno trazido pela realização de um mega evento esportivo, sob vários aspectos (economico, social, de mídia etc.), você se capacita para captar e manter patrocinadores ou investidores interessados em desenvolver ações de marketing através do esporte.


PARABÉNS MULHERES !

Dia 08 de março, dia internacional da mulher !

Mulheres de Ouro

Mulheres de Ouro

O Laboratório Esportivo não poderia deixar de dar os parabéns para todas as mulheres, Brasil a fora. Atletas, dirigentes, auxiliares, torcedoras, fãs e as compreensivas também (que nem curtem tanto esporte, mas que entendem os homens e sabem ser compreensivas na hora de compartilhar os momentos esportivos do companheiro… rsrs… isso é importante !).

E que as mulheres se tornem cada vez mais presentes no mundo esportivo, colaborando com o seu toque especial de organização, capricho e zelo para que a gestão e o marketing esportivo nacional sejam ainda melhores. Fica a nossa lembrança e o nosso registro neste dia especial.


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COMITÊS OLÍMPICOS DOS EUA E DE U.K. UNEM FORÇAS PARA O CRESCIMENTO DO ESPORTE.

Nesta semana o comitê olímpico americano e o comitê olímpico inglês assinaram um acordo que irá beneficiar ambos os países.

Ski inglês indo ladeira abaixo.

Ski inglês indo ladeira abaixo.

A associação americana de ski e snowboard irá auxiliar na reconstrução da associação inglesa do mesmo esporte, que passou por grandes dificuldades financeiras antes da realização dos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, entre outras áreas de cooperação.

Os comitês olímpicos dos Estados Unidos e da Inglaterra informaram que farão ações conjuntas, relacionadas aos esportes de inverno, como por exemplo, a organização de intercâmbios para técnicos e treinamentos específicos; promover o uso de novas tecnologias nos esportes de inverno, através da maior aproximação entre comitês olímpicos e o setor privado; promover um congresso, a ser realizado em Londres em 2011, sobre as melhores práticas de gestão aplicadas nos órgãos nacionais; compartilhar as melhores práticas na gestão do esporte educacional e para jovens.

Segundo Larry Probst, presidente do comitê olímpico americano, um dos objetivos de sua presença em Vancouver foi manter os esforços para aumentar o engajamento do movimento olímpico, aprender com o comitê olímpico dos outros países e compartilhar a sua experiência olímpica.

Continuamos trazendo aos nossos leitores casos em que dirigentes demonstram que a união de forças entre instituições esportivas ou com profissionais de mercado, tem sido uma das principais alternativas encontradas seja para resolver problemas de ordem financeira, seja para profissionalizar a gestão no esporte – vide o post Santos no Caminho de uma Gestão Esportiva Profissional. Tendo em vista o cenário acima, entendemos que implementar a união de expertises entre clubes, federações, associações ou ligas esportivas, pode vir a ser uma excelente alternativa de crescimento para instituições esportivas menores, que estão começando a ser organizar e que almejam alcançar maior relevância no esporte.


MAIOR CONTROLE NOS GASTOS É VITAL PARA A LONGEVIDADE DAS INSTITUIÇÕES ESPORTIVAS.

O futebol europeu, assim como sua economia, está em uma situação financeira delicada. Entretanto, executivos de grandes clubes citaram a cooperação como uma forma de entrar em uma nova era de maior preocupação com questões financeiras.

Falando no fórum europeu Soccerex, em Manchester, Jose Maria Cruz Andres, vice-presidente do Sevilla, disse que é hora dos clubes europeus tomarem ações urgentes.

Segundo ele: “O futebol é um negócio estranho onde jogadores e agentes ganham todo dia e os clubes perdem toda hora.” e continua… “O problema é que estamos gastando mais com jogadores do que ganhamos. Na segunda divisão espanhola os clubes estão gastando com jogadores 150% das suas receitas e isso não é sustentável.” Ele conclui dizendo: ” Nós não precisamos de mais regulamentações. Não somos um banco ou uma empresa de seguros. Precisamos achar a medida certa entre receitas e despesas”.

Ivan Gazidis, CEO do Arsenal, disse que há uma opinião crescente, entre os clubes europeus, sobre o objetivo básico de prudência financeira. Gazidis disse que o futebol europeu  precisa construir um espirito de parceria entre os gestores dos clubes, similar ao que ocorre na Major League Soccer, onde os gestores são muito mais colaborativos fora do campo. O resultado de tamanha colaboração poderia ser uma maior atratividade de pessoas (investidores) sensiveis.

Com exceção da última parte, que na opinião do Laboratório é bem utópico – acreditar que haverá pessoas mais sensíveis no meio esportivo – concordamos com todos os outros pontos de vista.

É aquela velha história de não gastar mais do que recebe. É o que muitos sugerem inclusive no orçamento doméstico, ou seja, é o que devemos implementar no nosso dia a dia, em nossa rotina pessoal. Logo, o mesmo deve ser aplicado na gestão esportiva. Deve-se adotar maior prudência nos gastos. Não extrapolar nas despesas, caso você tenha restrições orçamentárias, em função da baixa geração de caixa. Além disso, há a questão da cooperação. Juntos os clubes poderão discutir maneiras de melhor controlar seus gastos. Podem inclusive propor às Federações ou às Confederações mecanismos que diminuam a interferência dos empresários.

Enfim, nada é tão bom que não pode ser melhorado ! Deve haver maneiras viáveis dos clubes controlarem melhor os seus gastos. Não vamos aqui focar na busca por soluções. Não vamos ficar especulando. Até porque, se tivéssemos a solução para estes males, seriamos consultores endinheirados !!! Duas ou mais cabeças pensando juntas aumentam as chances de encontrar uma solução satisfatória – conforme já exemplificamos no post: “Duas ou Mais Cabeças Pensam Melhor que Uma“.. O mais importante aqui é atentar para a necessidade de maior controle nos gastos e perceber que ela é vital para a longevidade das instituições esportivas, independente do esporte.


SANTOS NO CAMINHO DE UMA GESTÃO ESPORTIVA PROFISSIONAL

Todo laboratório conta com experimentações, testes, pesquisas, para alcançar formas inovadoras para desenvolver produtos ou serviços. O Laboratório Esportivo não é diferente e, em função disto, não poderia privar os seus leitores de um grande exemplo que vem sendo implementado no esporte brasileiro. Mais especificamente no Santos Futebol Clube.

Precisamos de gestores esportivos

Precisamos de gestores esportivos

Segundo reportagem publicada pelo Portal Exame, a atual diretoria do clube abriu as portas para profissionais experientes de grandes empresas privadas, na tentativa de profissionalizar a gestão do clube. Nomes como Álvaro de Souza (presidente do conselho de administração da Gol), Luiz Eduardo Falco (presidente da Oi), Walter Schalka (presidente da Votorantim Cimentos), Eduardo Vassimon (membro do conselho de administração do Itaú BBA) entre outros formam o GUIA – Gestão Unificada de Inteligência e Apoio ao Santos. O grupo trabalha diretamente com a alta direção do clube. Para melhor exemplificar a participação destes gestores, destacamos a contratação de Robinho. Alguns dos principais membros do GUIA foram responsáveis por arquitetar a operação financeira capaz de trazer o craque (que custava aos cofres do Manchester City aproximadamente 1 milhão de reais).

O grupo, que se reúne freqüentemente, visa reestruturar a gestão do clube santista e tem objetivos estratégicos bem definidos. Primeiramente trabalharão no alongamento da dívida. Em seguida irão focar na profissionalização da gestão. Por fim, o objetivo é criar um fundo de investimento público, ainda que apenas para investidores qualificados, ou seja, aqueles que contam com no mínimo 300 mil reais para aplicação. Clique aqui e leia a matéria completa.

Este caso é bem emblemático para nós do Laboratório Esportivo. Já foi ponto de discussão em nossos posts (Profissionais Dedicados ao Clube e Remunerados. Esse é o Caminho.) a questão da profissionalização da gestão no esporte. Ainda que para isso seja necessário alterar o estatuto da instituição esportiva. Adicionalmente já falamos de questões relacionadas a profissionalização do esporte, como no post A Gestão Esportiva na Era da Informação onde levantamos a necessidade de implementar indicadores e instrumentos do gênero, possibilitando uma gestão mais organizada. Lembramos ainda que duas cabeças pensam melhor que uma, ou seja, é fundamental contar com outras cabeças para buscar melhorias, buscar e implementar uma gestão esportiva inovadora de fato. Alguém aqui recusaria um grupo de consultores formado pelos profissionais que compõe o GUIA ?

O Santos e o GUIA devem manter esta parceria, para o bem do esporte nacional, não apenas do futebol. Esperamos que em um futuro breve todos lembrem o Santos e a sua gestão profissional como um exemplo a ser seguido.


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VAGAS PARA TRABALHAR NA RIO2016. SERÁ QUE VOCÊ CONSEGUE ?

Diante do nosso objetivo de auxiliar no desenvolvimento da gestão esportiva no país, não podemos deixar de divulgar a notícia publicada na edição deste último fim de semana do Jornal Valor Econômico.

O título da matéria é “Rio2016 caça executivo para atuar na Olimpíada”. Com a ajuda de headhunters, nova empresa já está em campo atrás de especialistas para formar equipe.

Mãos a obra !

Mãos a obra !

O início da matéria diz o seguinte: “Prestes a se tornar uma empresa constituída e independente do Comitê Olímpico Brasileiro, a Rio2016 está em busca de executivos. A instituição será responsável pela organização dos Jogos Olímpicos do Rio, que contratará todos os funcionários que trabalharão na Olimpíada: de faxineiros a arbitros, de engenheiros que fiscalizarão as obras a pessoal de organização e marketing. O objetivo da organização é contratar apenas brasileiros”.

A matéria é interessante e demonstra a abertura de oportunidades diretamente relacionadas com o projeto olímpico. São oportunidades como estas que estão sendo aguardadas por muitos. Entretanto, caros leitores, sejamos críticos ! Nem tudo é só notícia boa.

Continuando a matéria: “Segundo Leonardo Gryner, diretor de marketing da Rio2016, os salários não serão a maior atração do cargo. “Acreditamos que trabalhar no projeto olímpico será importante para o currículo de nossos funcionários e isso aumentará o interesse dos candidatos pelas vagas”, explica o diretor. Por esta razão, a proposta é manter a remuneração média do mercado em cada área. “Temos um orçamento enxuto. Não podemos exagerar”. Mas Gryner explica que haverá exceções. “Se um profissional diferenciado for desejado pela Rio2016, podemos fazer uma oferta melhor. Mas isto não será regra.

Uma questão para a qual os cadidatos deverão ficar atentos: Trabalhar no projeto olímpico é o ideal de muitos, mas a remuneração deve ser compatível com a capacitação exigida. Afinal, se o Rio2016 estará atrás de profissionais capacitados, reconhecimento e experiência no currículo apenas não serão um grande atrativo. Outra questão: Com a contratação da empresa de recrutamento de talentos esperamos que haja um processo de seleção democrático, que não privilegiará as indicações dos altos níveis hierárquicos dentro do COB.

Clique aqui e leia a matéria.


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A IMPORTÂNCIA DE ATRAIR O PÚBLICO JOVEM.

Os jovens são um público alvo importante para as as empresas de hospitalidade, de acordo com Rene Proske, diretor do PROSKE Group – Empresa especializada na terceirização de serviços relacionados a organização de reuniões e hospitalidade. E na indústria do esporte não tem porque ser diferente.

Em sua apresentação na conferência SpoBiS international sports business em Munique, Proske disse que a evolução das mídias sociais e da recessão economica global tiveram um grande impacto no mercado e fizeram as empresas de hospitalidade focarem em gerações mais jovens.

“As empresas não podem sempre justificar a contratação de acomodações corporativas de alta qualidade e isto significa que assim como a champagne e o caviar, existe uma demanda cada vez maior por cerveja e petiscos. Para algumas empresas estas últimas são mais fáceis de justificar e estão disponíveis para um público bem maior.” Disse Rene Proske.

“Até mesmo no Superbowl – a final do futebol americano -, a Pepsi, até então uma tradicional patrocinadora do evento, investiu U$ 20 milhões em marketing em mídias sociais usando Facebook para atingir o público jovem ligado na internet. A indústria de hospitalidade não pode simplesmente ignorar a importância da audiência jovem e devem fazer uso de ferramentas de marketing online criativas para engajar este público.” Opa ! Este exemplo já foi usado por nós anteriormente, no post: Mega Evento Esportivo dos Estados Unidos Perde Anunciante para Redes Sociais. será que o Rene também lê o Laboratório Esportivo ? rsrs…

“A criação do primeiro Jogos Olímpicos para Jovens em Singapura neste ano, seguido pelos Jogos Olímpicos de Inverno em Innsbruck em 2012 ressalta como o mercado está mudando e como as empresas podem prosperar através do engajamento com o público jovem e criando fidelidade à marca que poderá perdurar.”

O PROSKE group oferece suporte em hospitalidade e acomodações para patrocinadores e corporações em 60 países por todo o mundo.

O argumento é bom. Realmente há uma necessidade predominante, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, por maior critério nos gastos, devido ao ambiente de crise econômica (para entender melhor este fato consulte o termo: Frugalidade no Consumo). Além disso os jovens realmente estão cada vez mais na internet e cada vez menos em mídias tradicionais como rádio e tv, por exemplo. Por fim, o ambiente esportivo, por natureza, possui uma relação grande com os jovens. É um público consumidor de esporte, seja indiretamente, como fãs ou torcedores ou até mesmo diretamente como atletas. Por estas e outras ressaltamos sempre aos nossos leitores, atuais ou futuros gestores esportivos, a importância de incluir ações com novas mídias online em seu plano de marketing esportivo. Explore a sua comunidade online, crie vídeo e publique no Youtube, mande fotos para o Flickr, crie blogs, faça promoções, etc.

Se faltar criatividade, consulte o Laboratório Esportivo, na categoria: Mídia. Bons exemplos não irão faltar !


É PRECISO OLHAR ALÉM DE ORKUT, FACEBOOK E TWITTER.

Atualmente muitos clubes, confederações, equipes de futebol etc, tem utilizado ferramentas como Orkut, Twitter e Facebook – rede de relacionamento mais popular do mundo – mesmo que esta ainda não seja tão popular no Brasil. Entretanto, está na hora dos gestores esportivos olharem para outras ferramentas para ampliar o envolvimento dos seus torcedores e, por consequencia,  aumentar as chances de captar potenciais patrocinadores.

Atire a primeira pedra quem ainda não tem

Atire a primeira pedra quem ainda não tem

Fazer uso de comunidades no Orkut ou perfil no Twitter estão entre as ações mais comuns num planejamento de marketing esportivo de grandes instituições esportivas hoje em dia. Algumas instituições esportivas conseguem dar conta do recado, mantendo as comunidades atuantes, gerando um bom número de participantes. E isto não é nada fácil. Muitos aproveitam o espaço livre proporcionado pelo Orkut para postar fotos das competições, por exemplo. Outros aproveitam para informar as datas de jogos no Twitter, por permitir maior agilidade. Toda esta iniciativa é muito interessante e não deve ser desestimulada. Por outro lado, há uma série de opções que podem turbinar ainda mais a interatividade com o seu público, e por consequencia, atrair o interesse de possíveis parceiros.

Lembramos que há boas opções como Flickr, Blogger e Wordpress apenas para ficar em alguns exemplos, sem falar do famoso Youtube.

O Flickr é uma comunidade onde os integrantes compartilham fotos. Um bom exemplo de uso desta ferramenta relacionada ao esporte é a comunidade do Manchester City FC. Através do Flickr o clube inglês incentiva seus fãs a exercerem toda a sua criatividade para expressarem seus sentimentos pelo clube. Por sua vez tanto o Blogger quanto o Wordpress são ferramentas que permitem a criação de blogs. O primeiro é bem fácil de utilizar. Através de uma conta de usuário você poderá criar um blog dentro de poucos minutos. Logo, logo você terá um endereço na internet onde poderá postar notícias da sua equipe, além de fotos e vídeos. O Wordpress tem o mesmo objetivo.

Manchester City compartilham fotos na comunidade oficial do clube

Manchester City compartilham fotos na comunidade oficial do clube

Ele é um pouco mais sofisticado e possui opções mais variadas de personalização do seu blog. Nos posts você também poderá adicionar todo o tipo de mídia, fotos, vídeos e audio. Um diferencial interessantíssimo é o Wordpress MU (multiplos usuários). Esta versão permite que você crie seu blog dentro de uma plataforma que adiciona sub-domínios, quantos forem necessários. Ou seja, você que possui uma Liga, poderá criar sub-domínios para cada equipe. Com isso, cada equipe terá um blog próprio, onde terá a possibilidade de gerar todo o tipo de conteúdo, textos, fotos, vídeos, etc. Tendo um pouco de criatividade você poderá desenvolver ações nestes blogs que divulguem a marca de seus parceiros. Com isso, atletas, comissão técnica, fãs, familiares e todo o público envolvido terá contato com a marca do parceiro.

Com tamanha variedade de softwares que a internet nos oferece não podemos ficar restritos a uma ou duas opções. Uma boa gestão esportiva requer a exploração de novas ferramentas, além de elaborar oportunidades variadas e cada vez mais criativas para ampliar a visibilidade de seus parceiros entre o seu público alvo.