No Brasil temos uma hierarquia bem definida, dividida entre Federações e Confederações. Em nível nacional a Confederação dita as regras de cada modalidade esportiva. Nos estados as Federações são as responsáveis pela organização das competições, bem como registro do atletas e etc.

Todo e qualquer atleta que almeja fazer parte de uma delegação brasileira para representar o país em uma competição internacional, tem que ser federado, ou seja, precisa estar inscrito e participar regularmente dos campeonatos promovidos pela Federação. Sendo que, salvo raras exceções, como a Federação Paulista de Vôlei que está se reciclando e passando por uma remodelação em sua gestão, a partir de uma parceria firmada com a empresa de marketing  J Cocco Comunicação Integrada de Marketing, as outras federações existentes em todo o país estão em estado precário, se mantendo na base da paixão. Na grande maioria do caso os gestores estão no poder há mais de 20 ou 30 anos, não se reciclam e imperram o desenvolvimento do esporte.

As Ligas aparecem como uma boa alternativa. Elas podem surgir de forma independente, separada das Federações ou Confederações. Amparadas na Lei Pelé, elas podem existir e organizar campeonatos livremente. Você que tem um grupo grande de esportistas pode criar uma Liga. Um dos pontos negativos é que os atletas que disputam jogos organizados pelas Ligas podem sofrer restrições para participar de campeonatos organizados por Federações e, consequentemente, podem não ser convodados para representar as seleções em suas categorias. Falaremos mais sobre o assunto Ligas X Federações em posts futuros.