O número de competições irá aumentar.

O número de competições irá aumentar.

Estamos falando da prática esportiva para o lazer.

São os famosos “atletas de fim de semana”. Estes não são atletas de alto rendimento, mas praticam atividade física com certa freqüência e, muitos inclusive participam de campeonatos. O Laboratório Esportivo acredita que o número destes “atletas” e de competições voltadas para este público sofrerá um aumento considerável nos próximos anos.

As olímpiadas de 2016 estão aí, faltando 7 aninhos pela frente. Atualmente sempre pipocam novidades no noticiário esportivo relacionados ao maior evento esportivo do mundo. Muitos falam na captação de talentos, em nos tornamos uma potência olímpica, já em 2016. Não discutiremos se isso será o não possível, mas a verdade é que todos estes argumentos juntos criam um clima favorável para a busca da prática esportiva. Ressaltamos principalmente a busca do esporte pelos jovens com idade entre 11 e 15 anos. Nesta faixa etária os adolescentes ainda estão em desenvolvimento.

É nessa idade (e na maioria dos casos até antes) que muitos atletas começam a iniciação no esporte. Muitos até já estão aperfeiçoando os fundamentos nesta idade. Muitas ações serão realizadas pelas entidades desportivas (Confederações, principalmente) para a descoberta de talentos, mas estas terão um foco mais explícito, o que já foi confirmado inclusive pelo próprio presidente do Comitê Olímpico Brasileiro. Segundo ele: “Vamos trabalhar quem está no foco para 2016. Aqueles que não estiverem, nós temos que apenas manter no esporte e agradecer. E nós sabemos que têm muitos esportes que vão ter de tomar atitudes mais duras, que vai implicar em questões políticas”. Veja a matéria divulgada que cita esta declaração.

Monte o seu time. Seja lá qual for o esporte !!!

Monte o seu time. Seja lá qual for o esporte !!!

A nossa tese de que competições esportivas entre atletas que não são de alto rendimento irão aumentar, não está baseada somente nesta declaração dada pelo Presidente Nuzman. Não podemos esquecer que o modelo de gestão esportiva hoje no Brasil carece de penetração. Fica apenas na esfera estadual, ou seja, competições municipais e em bairros continuarão relegadas ao esquecimento. Ou seja, a prática esportiva será citada exaustivamente, por todos os meios de comunicação e não haverá uma entidade que olhe para esta potencial demanda.