Será um sinal de mudança de rumo na gestão dos esportes olímpicos dos grandes clubes do Rio de Janeiro ?

As últimas notícias são animadoras principalmente no Flamengo, que captou patrocínio no Basquete e que ontem divulgou a contratação do maior velocista mundial nas piscinas, ouro no mundial e ouro olímpico, Cesar Cielo. Valendo-se do seu histórico como ex-nadadora da seleção brasileira, que já competição nas olimpíadas inclusive, Patrícia Amorim, atual presidente do rubro-negro carioca, está captando atletas para o clube. Esse sempre foi seu maior objetivo durante as eleições. Vendo os movimentos do rival o Fluminense já se mexeu para não ficar p´ra trás e também aposta no desenvolvimento da natação para voltar a ser forte nesta modalidade. Leia mais.

O próximo passo, como bem lembrou o ex-medalhista olímpico e, profundo conhecedor no assunto gestão dos esportes olímpicos, Gustavo Borges, será trabalhar para que os clubes façam um projeto duradouro e, principalmente, para que haja uma infra-estrutura a altura. Em relação a infra-estrutura já comentamos em posts anteriores que o Rio de Janeiro tem, apenas faz mau uso, ou uso algum delas. Quer um exemplo ? Veja esta matéria que demonstra o estado de conservação do estádio Maria Lenk, principal parque aquático construído para os jogos Pan-Americanos.

Entretanto, os clubes não possuem esta infra-estrutura. Esta infra é do estado. E aí já começa um ouuuutro problema. A parceira entre órgãos governamentais, clubes e federações. Aí reside um outro graaaande problema !!!