Na semana passada o futebol brasileiro, e em especial a torcida rubro-negra, foi pega de surpresa com a grata notícia de que Zico voltaria ao Flamengo. Desta vez como Gerente de Futebol.

A nossa torcida é para que ele seja um divisor de águas no futebol do Flamengo. Com Patricia Amorim nas outras modalidades e Zico no futebol, o Flamengo tem dois grandes ex-atletas no comando. Afinal, esta é a primeira vez que a ex-nadadora, e o ex-craque assumem posição de gestão no clube da gávea. Torcemos para que eles marquem uma nova era e sejam lembrados também por uma grande passagem como dirigentes esportivos.

Ultimamente o futebol carioca teve grandes oportunidades, de contar com ex atletas na gestão esportiva, mas que se tornaram enormes frustrações. Bebeto de Freitas, no Botafogo, Roberto Dinamite, no Vasco e Branco, no Fluminense, se tornaram e, no caso do Presidente vascaíno, estão sendo um péssimo exemplo de gestão esportiva. O dirigente máximo do Vasco está fazendo um trabalho que deixa a desejar. Tudo bem que o legado deixado por Eurico Miranda é lastimável, mas certamente o Vasco poderia estar melhor do que está hoje (inclusive o contrato atual com a Eletrobrás corre sérios riscos de ser reincidido pela estatal em função do não cumprimento de várias cláusulas por parte do Vasco da Gama.

Bebeto de Freitas veio com experiência internacional. Técnico e dirigente no vôlei italiano, botafoguense de coração, da família do João Saldanha, apareceu como uma possibilidade de novos tempos para o clube alvinegro. Era tido como um cara com credibilidade, pronto para levar o clube a assumir uma posição de maior destaque no cenário esportivo nacional. Não deu em muita coisa.

Zico, não nos desaponte ! Não seja mais um caso de ídolos a serem péssimos dirigentes esportivos.