Gestão e Marketing Esportivo
OLHANDO TAMBÉM O MICRO.
Na questão olímpica é preciso trabalhar também com as questões micros.
Trata-se de um mega evento esportivo. O maior de todos. Com certeza sim, quanto a isso não há dúvidas. Mas até mesmo em função de ser grandioso, é preciso olhar também para os “menos favorecidos”, vamos assim dizer do espetáculo. Ou seja, é preciso incluir no tratamento olímpico esportes ou modalidades ou atletas com menos expressão na mídia, menos representatividade, mas que certamente possuem a sua importância dentro do espírito olímpico. Espírito, inclusive, representado pelos 5 aros na bandeira olímpica. A conquista de uma medalha de ouro em jogos olímpicos pode ter um efeito grandioso na respectiva modalidade olímpica.
Neste sentido, a Inglaterra está lançando para 2016 um programa de pequenos aportes. Esta iniciativa permitirá uma receita adicional para, apoximadamente 1,2 mil atletas olímpicos e paraolímpicos. As empresas que investirem poderão desenvolver ações de hospitalidade, ganharão ingressos para competições realizadas no intervalo até os Jogos de Londres e poderão levar alguns dos atletas a suas sedes. Para saber maiores informações a respeito, acesse o site: Máquina do Esporte.
No Brasil ainda não tivemos conhecimento de uma iniciativa parecida. Muitas serão as modalidade. As competições de tiro com arco e flecha, por exemplo, não tem um grande histórico no país, no entanto, existem praticantes. Ente os mesa tenisas, a sensação deve ser parecida. Uma parceria nos moldes acima pode trazer investimento de gestores que não teriam condições de optar pelas cotas premiums. Revertendo assim em mais receitas para os atletas.
| Este artigo foi escrito por Savio Sousa em 27/07/2010 às 6:00, e está arquivado em Gestão Esportiva. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |






