Nesta útlima sexta-feira o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), através do Instituto Olímpico Brasileiro  (IOB), e o Exército nacional divulgaram a parceria firmada para fortalecer o desenvolvimento de profissionais voltados para a gestão esportiva em nível olímpico. A idéia principal é aproveitar toda a infra-estrutura da Escola de Educação Física do Exércitto (EsEFEX), na Urca, bairro do Rio de Janeiro, além dos profissionais da institução e promover eventos como cursos, palestras, seminários, que auxiliem na capacitação de gestores esportivos.

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Um dos exemplos concretos desta parceria será a realização da 2° edição do Curso Avançado de Gestão Esportiva, promovido pelo IOB. Os alunos desta segunda turma poderão benficiar-se desta nova parceria, pois as aulas presenciais poderão ser ministradas nas dependências da EsEFEX. Saiba mais sobre o curso no link: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=125761

O público alvo não ficará restrito aos profissionais de educação física e a militares. Profissionais de diferente áreas de formação como administradores, médicos, fisioterapeutas, entre outros poderão participar dos cursos de formação. Porém, meus amigos, não vão com muita sede ao pote, não animem-se tanto, calma, calma, que o curso é “voltado para 35 profissionais de diversos segmentos do cenário esportivo do país” e “destinado a profissionais de nível executivo das Confederações Nacionais Dirigentes dos Esportes Olímpicos.” segundo informação do próprio site do IOB . Para os que ainda não conhecem o Instituto e que se interessam (assim como eu) pelo tema “Gestão Esportva“, o IOB é um centro de estudos e difusão de conhecimento de referência nacional sobre esporte olímpico. Saiba mais informações sobre o Instituto no link: http://www.cob.org.br/pesquisa_estudo/instituto.asp

A iniciativa é dez, sensacional. Pena que sejam apenas 70 felizardos, 35 da primeira e da segunda turma, na grande maioria atletas e ex-atletas. É justo. É uma oportunidade para que seja dada experiência de gestão para aqueles que já possuem bastante experiência competindo. Assim, pelo menos no campo da teoria, seriam profissionais com tudo para dar certo. Deverão ser profissionais extremamente qualificados, já que o curso tem a chancela do Comitê Olímpico Brasileiro. Só nos resta ficar com água na boca. Só espero que todo este investimento nestes atletas e ex-atletas, seja “cobrado” no futuro, que eles dêem retorno ao esporte nacional.