Gestão e Marketing Esportivo
NEYMAR, DO VIDEOGAME PARA A VIDA REAL.
Enganam-se aqueles que pensam que video game é coisa para criança. É coisa para adolescente e craque de bola também. Vejam só porque empresas e algumas instituições esportivas como as Ligas européias e Confederações locais, como a de vôlei, exploram os video games para desenvolver ações de marketing.
Em entrevista ao reporter Carlos Eduardo Mansur, no caderno de esporte do jornal O Globo do último domingo 30 de janeiro, rolou uma entrevista com Neymar. O craque da Vila Belmiro e da Seleção Brasileira de Futebol, do alto dos seus 18 anos falou um pouco sobre a sua vida pessoal e profissional. A primeira pergunta que consta na entrevista foi: “É impossível não vê-lo na Europa em breve. Onde gostaria de jogar ?” O craque do Santos deu uma responsta bastante óbvia para um adolescente de 18 anos: “Tem várias ligas que penso em jogar desde criança: a italiana, a espanhola, e a inglesa. Jogo videogame com times destas ligas.”
Moral da história, até mesmo para um adolescente fora de série, que já é sinônimo de celebridade, tem status de craque, estrela do futebol mundial, pretendido pelos maiores clubes do mundo e envolvido em transações financeiras que giram milhões e milhões de dólares, o videogame tem enorme influência. É difícil encontrar um adolescente hoje em dia que não tenha perdido boas horas na frente de um videogame, jogando futebol com os amigos. Para os mais viciados então cria-se uma ligação muito grande. Muitos adolescentes e até pessoas mais adulas passam horas e horas de lazer em frente ao videogame.
A partir deste cenário torna-se clara a possibilidade de se investir neste segmento, principalmente se a sua empresa tem interesse em falar com o público mais jovem. Se este for o caso faz todo o sentido explorar ações de marketing que utilize os jogos eletrônicos para desenvolver ações de relacionamento, estabelecer maior proximidade ou somente manter a marca viva na memória dos consumidores.
| Este artigo foi escrito por Savio Sousa em 01/02/2011 às 6:00, e está arquivado em Marketing Esportivo. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |








há 11 meses atrás
Acho que você encerrou muito bem, Sávio. Manter a marca viva na memória dos consumidores. Fui e ainda sou (com menor frequencia é claro) um consumidor do video-game. E tenho gravado em mente os patrocinadores estampados nas placas de publicidade dos “joguinhos”. Hehe! Muito legal!