sábado, 31 de julho de 2010

Arquivos do mês » janeiro, 2010

APESAR DAS DIFICULDADES DEVEMOS SER CRÍTICOS E NÃO PESSIMISTAS.

No último domingo, dia 24 de janeiro, o jornal O Globo trouxe em seu caderno de esporte a reportagem “Último arremesso de três”. A matéria falava sobre a tentativa de ressurreição do basquete brasileiro com a contratação do técnico argentino Rubén Magnano (campeão olímpico em 2004), além da criação da Escola Nacional de Técnicos. Especificamente sobre a criação da ENT, o jornal trouxe a opinião de duas pessoas importantes e experientes no meio e que a primeira vista soaram ser um pouco pessimistas.

O ex-atleta Walmir Marques é comentarista da ESPN.

O ex-atleta Walmir Marques é comentarista da ESPN.

A primeira opinião foi dada por Wlamir Marques, ex-atleta da seleção masculina de basquete, bi-campeão mundial em 1959 e 1963, atual comentarista da ESPN Brasil.

“Mesmo citado como futuro membro da ENT (Escola Nacional de Técnicos), Wlamir não anda lá muito otimista. – Nunca vai haver escola, porque a classe é desunida. O que é a escola ? Vai mudar o que ? A base ? É facílimo fundar a escola. Difícil é fazê-la funcionar. Ela não vai mudar os técnicos, pois a estrutura é viciada – afirmou Wlamir Marques. – O país vive de fenômenos, como o  Cesar Cielo, Guga, e é assim no atletismo, ginástica, taekwondo. Não há escola, não há política de esportes. Só se vive de fenômenos. O Vôlei é forte na seleção. Os estaduais são fracos. Tenho 72 anos, estou no esporte há 62. Nada muda. Os dirigentes são os mesmos há 20 anos.”

Continuando os comentários, o jornal descreve ainda a opinião da rainha Hortência, ex-atlelta e hoje diretora da seleção feminina na Confederação Brasileira de Basquete.

Ex-atleta Hortência é diretora da CBB

Ex-atleta Hortência é diretora da CBB

“Segundo ela, a entidade perdeu força internacional. – Estamos muito distantes do mundo. Na Fiba-Américas, não há brasileiro. Quando os nossos técnicos assistiram às finais da WNBA, da Euroliga, da Copa Rainha da Espanha ? - questionou, acrescentando que o único a fazer isso recentemente foi Paulo Bassul, técnico da seleção até 2009, que pode ser substituído. – Não podemos ficar fechados em nosso mundinho, achando que sabemos de tudo. Em qualquer empresa, você se recicla. No basquete, não. Nossos técnicos não podem esperar que a CBB traga estrangeiros para dar clínicas. Nossos técnicos têm de ter a iniciativa de viajar e aprender, mas muitos sequer falam inglês ou espanhol.

Na opinião do Laboratório Esportivo não devemos ser pessimistas mas sim críticos.

As opiniões são extremamente pertinentes, principalmente por virem de pessoas que conhecem a realidade do basquete brasileiro dentro e fora das quadras. Sabemos que a gestão esportiva no Brasil, independente do esporte, está longe do ideal. Ainda há muito amadorismo e dirigentes não remunerados que, conseqüentemente, não encaram suas atribuições de forma profissional. No entanto, não devemos achar que nada mudará e que não adianta implementar melhorias. Devemos sim, encarar a realidade e ver que ela é dura e difícil, mas temos a obrigação de tentarmos mudá-la.

Sejamos críticos, para encontrar os problemas, as dificuldades e tentar encontrar soluções, mas nunca pessimistas.


CONFERÊNCIA DE GESTÃO E MARKETING ESPORTIVO EM SÃO PAULO

Atenção leitores que procuram obter maior conhecimento em gestão e marketing esportivo relacionados a mega eventos. Evento em São Paulo debaterá o tema e contará com a presença de palestrantes ilustres, entre eles o ministro dos esportes, Orlando Silva e Eric Truño, um dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Está programada para os dias 30 e 31 de março, no WTC Convention Center, em São Paulo, a Conferência Internacional de Gestão e Marketing Esportivo 2010. O evento está sendo organizado pela ICE Sports. Chefes de estado, funcionários do governo, CEOs do setor privado, representantes da indústria do esporte, da sociedade civil, universidades, federações e confederação estarão reunidos para discutir os diversos temas relacionados à gestão e marketing esportivo.

Entre os palestrantes destacamos a presença de Eric Truño, Secretário de Esporte de Barcelona por 14 anos e um dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Barcelona. Truño, aliás, foi contratado pelo governo brasileiro para auxiliar na coordenação e na integração dos três entes governamentais e do Comitê Organizador dos Jogos (Co-Rio), nos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007. No site ainda não há informação a respeito do valor da inscrição. Maiores informações no site da ICE Sports.


O PRODUTO ESPORTIVO É UM PRODUTO DIFERENCIADO.

Para a prática de uma gestão esportiva eficiente, lucrativa e sustentável é fundamental a compreensão de que o produto esportivo apresenta características particulares, bastante diferente de outros produtos ou serviços.

Um gestor esportivo bem preparado precisa ter a noção de que o esporte possui características peculiares e, como tal, necessita de um planejamento bem particular. Para facilitar este planejamento iremos apresentar o produto esportivo como você realmente precisa ver.

  • O esporte é, por natureza, intangível, efêmero e subjetivo. Eles não podem ser embalados e vendidos como um refrigerante. Adicionalmente, o que cada consumidor vê em um esporte é totalmente subjetivo. Cada torcedor tem uma interpretação diferente do comportamento de sua equipe em campo. Se faz necessário a maior aproximação possível entre a organização esportiva e seus fãs/torcedores/consumidores, para que os seus anseios sejam ouvidos e, posteriormente, atendidos.
  • O esporte é produzido e consumido simultaneamente, sendo assim um “produto” altamente perecível. Como tal, ele está altamente suscetível a variações de todos os tipos, tal como condições climáticas, performance recente da equipe, condições orçamentárias dos consumidores, nível de competitividade do torneio, preço dos ingressos etc etc. Este fator demonstra a importância de efetuar vendas antecipadas, como programas de venda de ingressos para uma temporada, ou anuidade para sócios, no sentido de obter uma receita mínima. Deixar toda a geração de receita para a véspera dos jogos é correr o risco do acontecimento dos fatores citados anteriormente.
  • Possui regras particulares. Para que um esporte seja popular é fundamental que este possua regras claras e de fácil entendimento por parte dos seus torcedores. Como a prática de qualquer esporte compreende a existência de regras é necessário que esta seja de fácil adoção, desta forma, será atrativa também para a ampliação do número de praticantes.
  • Inconsistência e imprevisibilidade. Muitos dizem que o esporte é apaixonante muito em função da sua imprevisibilidade, pois isto é que gera a emoção maior do esporte. Entretanto, para os gestores esportivos este fator significa conviver com um risco permanente. O risco de investir em diferentes ações, elaborar um planejamento consistente e, no último minuto de jogo, ver o seu time sofrer uma virada ou ser prejudicado por um erro de arbitragem. A partir daí toda a venda de camisas, bandeiras e lembranças que tenham o nome do clube será prejudicada. Está intrínseco a natureza do esporte. São características incontroláveis e que precisam ser consideradas.
  • O esporte requer instalações e equipamentos apropriados. Alguns esportes como corrida de rua requer uma instalação mais “popular”, vamos assim dizer. Outros, como o squash, necessitam de um equipamento único. Mas, independente de suas complexidades, todos eles necessitam estar adequados às suas particularidades, tanto para os atletas quanto para os torcedore.

Para um estudo mais aprofundado sobre cada tópico citado no decorrer deste post, sugerimos a leitura do livro Marketing Esportivo, dos autores Bernard J. Mullin, Stephen Hardy e William A. Sutton. Esta foi a fonte de consulta que tomamos como base para levantar este tema tão importante para os nossos leitores.


AS ÚLTIMAS OPORTUNIDADES DE EMPREGO NO ESPORTE .

Através de nosso parceiro, o Sportjob, você fica sempre bem informado das últimas oportunidades de emprego relacionadas à industria do esporte.

Fique por dentro que semanalmente o Laboratório Esportivo trás um resumo das últimas oportunidades divulgados no Sportjob.

  • Analista de Marketing – Barueri/SP. Empresa de Marketing Esportivo contrata profissional. Mais detalhes.

MANEIRA CRIATIVA DE DIVULGAR UM EVENTO ESPORTIVO.

Aí está uma maneira bem criativa e de grande apelo popular de divulgar um evento esportivo. Principalmente um esporte que tem entre suas principais características a alta premiação em dinheiro.

Os organizadores de um campeonato de poker resolveram adotar o marketing de guerrilha. Contrataram três atores que tinham como objetivo principal carregar uma mala cenográfica que citava o nome da competição, além de aparentar estar abarrotada de dinheiro. Estes atores andaram por ruas bastante movimentadas carregando a mala de maneira bem explícita, procurando mostrar os dizeres que estavam estampados nas laterais da mala.

No vídeo abaixo você poderá ver como esta ação de marketing foi implementada.

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YouTube Direkt


INTERAGINDO COM O SEU PÚBLICO ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS

Veja uma maneira simples de interagir com o seu público alvo.

Equipe de Hockey emite cupons pelo Facebook.

Equipe de Hockey emite cupons pelo Facebook.

O time norte-americano de hockey Charlotte Checkers desenvolveu um mecanismo simples e eficiente de premiar os seus torcedores. A equipe criou o cupom do Checkers no Facebook. Estes cupons podem ser impressos pelos membros da Checkers’ Facebook Fan Page ( a comunidade da equipe no Facebook) e trocados por brindes, promoções especiais ou podem valer descontos na compra de ingressos. Vale lembrar que é importante ter infra-estrutura para atender a demanda quando os cupons estiverem valendo brindes, afinal de contas, qualquer um poderá imprimir estes cupons. A dica é evidenciar no cupom que este será valido por um período específico ou que valerá até que os brindes acabem.

Aí está uma demonstração de como utilizar as redes sociais para facilitar na execução de promoções junto ao seu público alvo. Esta idéia pode ser implementada de várias formas diferentes, basta usar a criatividade. Por exemplo, caso você queira vender ingressos para a sua competição:

Basta incluir um cupom no perfil da sua equipe no Orkut, por exemplo, e informar que apresentando o cupom e mais R$ 5,00 o torcedor poderá ingressar no estádio para assistir aos jogos da sua equipe. Os que não possuirem o cupom pagarão R$ 10,00. Desta forma você terá uma “venda de ingressos” mais organizadas e ainda criará uma rede de contatos para executar ações futuras ou demonstrá-la aos seus potenciais parceiros.

A gestão esportiva pode e deve ser aperfeiçoada. Leia, pesquise, mantenha contato com outras instituições esportivas. Procure idéias interessantes e práticas para que a sua instituição esportiva tenha cada vez mais sucesso.


SEJA ATRAENTE AOS SEUS ATUAIS E FUTUROS PARCEIROS.

Se você for um bom gestor esportivo não ficará chorando pelos cantos, dizendo que a sua equipe não tem patrocínio. Você já se colocou do outro lado da moeda ? Faça a seguinte pergunta: O que eu irei ganhar patrocinado este campeonato ou esta equipe ? Como a minha empresa será vista ?

Para te auxiliar na busca de soluções para demonstrar aos seus atuais ou potenciais parceiros que a sua equipe ou seu campeonato podem gerar visibilidade, trazemos uma novidade recente, importada dos Estados Unidos. A tradicional equipe de beisebol White Sox criou o primeiro micro-site do esporte profissional, segundo seus organizadores, a oferecer um inventário completo e detalhado das plataformas de mídia em seu estádio. O objetivo é oferecer aos atuais e futuros parceiros a oportunidade de fazer uma visita virtual ao estádio da equipe e verificar, em primeira mão, as inúmeras propriedades de mídia que o U.S. Cellular Field – o nome do estádio do White Sox, tem a oferecer.

Placas de campo rotativas

Placas de campo rotativas

Não estamos exagerando quando dizemos que há inúmeras opções. O site oferece desde as tradicionais placas de publicidade dentro e fora do estádio até opções de naming rights para áreas específicas do estádio, como estacionamentos e camarotes. O site demonstra também a capacidade do U.S. Cellular Field servir com um Hospitality Center, onde empresas podem alugar espaços para desenvolver ações promocionais aos seus funcionários ou clientes em dias de jogo ou não. Há ainda demonstrações de possíveis ações promocionais utilizando as dependências da equipe, eventos promovidos pela equipe e publicações.

Resumindo, para ter êxito na gestão esportiva relacionado a captação de patrocínio, é fundamental demonstrar aos seus parceiros quais são suas forças, quais as vantagens que a sua instituição tem a oferecer. A necessidade de patrocínio não depende do tamanho da sua instituição esportiva. Um bom gestor esportivo saberá adequar um plano de captação ao real tamanho da sua organização. Ou seja, se você possui um time, ou clube, ou organiza campeonatos, é preciso demonstrar suas propriedades de forma organizada, estruturada e amigável aos olhos dos parceiros, ainda que sejam propriedades modestas mas são as que você tem, portanto, as demonstre e seja atraente !


A FIM DE REDUZIR CUSTOS MCLAREN USA A INTERNET

Trouxa é o gestor esportivo que ainda não explora ações via internet.

Não é uma bandeira defendida apenas pelo Laboratório Esportivo. Está cada vez mais evidente que a internet é uma maneira relativamente barata de executar ações de mídia.

Sempre que possível o Laboratório Esportivo trás exemplos reais de grandes instituições da indústria do esporte que estão cada vez mais ampliando suas ações via web, em detrimento das mídias convencionais. Apenas para ficar no caso mais recente, demonstramos no artigo “Mega evento esportivo dos EUA perde anunciante para redes sociais” que a Pepsi, após 23 anos, abriu mão dos preciosos segundos de intervalo do Super Bowl, a grande final do futebol americano. A partir deste ano a Pepsi optou por reverter os recursos do seu orçamento para um novo projeto voltado primordialmente para a internet.

Desta vez quem entra na onda da web, com foco explícito na redução de custos, segundo informado pelo site Máquina do Esporte, é a escuderia McLaren. A equipe inglesa de fórmula 1 optou por lançar o seu novo modelo de carro para a temporada 2010, batizado de MP4-25, via internet, em seu site oficial www.mclaren.com. Com esta medida a escuderia espera economizar com o lançamento tradicional, feito com toda a pompa, em auditórios luxosos, com moças lindas e recepção para jornalista de todo o mundo.


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MANCHESTER UNITED NA CONTRA MÃO DAS REDES SOCIAIS.

A discussão é antiga mas o tema sempre volta às manchetes de vários sites por todos os cantos do planeta. Muda o esporte, muda os times envolvidos mas não muda a questão: Jogadores devem ou não ter seu acesso a redes sociais  liberados ?

Este tema já foi debatido algumas vezes aqui no Laboratório Esportivo. No tópico “Twitter na NBA proibido!” demonstramos que a galera da Associação Norte-Americana de Basquete (NBA) já tinha esta intenção de restringir o acesso às redes sociais e que Shaquille O´Neal era um dos principais “culpados” por esta decisão. Falamos ainda da dificuldade de impedir o uso das redes a medida que elas são móveis, podendo ser acessadas por um celular em qualquer canto. Ou seja, tratava-se de uma proibição de difícil execução e que, principalmente, do ponto de vista do Laboratório Esportivo, tratava-se de uma questão comercial, já que colocar os atletas em contato direto com os seus fãs, sem nenhum ganho comercial para a Liga, seria um tiro no próprio pé.

Wayne Rooney, um dos jogadores mais famosos do Man. United.

Wayne Rooney, uma das estrelas do Man. United.

Desta vez a equipe envolvida é o Manchester United. Na manhã desta quinta-feira o site Sportbusiness publicou uma nota com o título “Nenhum jogador do Manchester United em redes sociais“. Na nota o site informa que, através de um porta-voz, o clube inglês não pediu para que seus atletas parassem de fazer uso de redes sociais como twitter, Facebook, entre outros, mas que tivessem cuidado com estas ferramentas. Acredita-se que ao menos três jogadores tenham uma conta original no Twitter (Wayne Rooney, Ryan Giggs e Darren Fletcher).  No ano passado o jogador Darren Bent do Sunderland teve problemas após usar o twitter para fazer comentários sobre uma negociação com o seu antigo clube, o Tottenham.

Para nós do Laboratório Esportivo trata-se de um caminho sem volta. Os clubes não devem impedir seus atletas da exposição online. Fora da vida profissional eles podem expor seus pensamentos e ter um momento de lazer através das redes sociais. A melhor opção que os times tem – independente do esporte – é criar um ambiente online único e fazer com que seus atletas juntem-se a este ambiente (Vide o caso do Phoenix Suns que criou o seu próprio “mundo” online). A paixão dos torcedores é primeiro pelo clube e depois pelo atleta. O clube atrairá muito mais visibilidade do que um único atleta isoladamente. Agora, vários atletas que sejam atuantes na rede podem ofuscar a imagem do clube e trazer conseqüências relevantes.

É claro que ocorre também a questão do bom senso, ou seja, você sairia por aí publicando na internet o que acontece ou deixa de acontecer no seu ambiente de trabalho ? Quais estratégias a empresa onde você trabalha tem adotado ? Que seu chefe está com a cabeça a premio ? Os atletas deveriam pensar um pouco nisso também, mas aí já é uma outra discussão.


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JÁ PENSOU EM UM SEGURO VITÓRIA ?

Hoje em dia as seguradoras tem procurado flexibilizar as suas opções de seguros. Tem sido cada vez mais frequente a oferta, por exemplo, de garantia estendida na compra de alguns produtos em lojas como Ponto Frio, Casas Bahia etc.

Time do Rascals comemora após mais uma vitória

Time do Rascals comemora após mais uma vitória

Desta vez o Laboratório Esportivo trás uma novidade dos Estados Unidos. Um seguro vitória, que pode trazer a oportunidade de instituições esportivas elaborarem uma parceria com Seguradoras. Pode vir a ser uma boa oportunidade tanto para as instituições esportivas, no que diz respeito a proporcionar maiores benefícios aos seus torcedores, quanto para as seguradoras que poderão ter lucros com o valor pago para ter direito ao seguro.

O seguro vitória funciona da seguinte maneira:

A cada oito rodadas, para todos os jogos em casa do River City Rascals, os fãs podem adquirir o “seguro vitória” por 2 dólares. A partir do momento que os jogos atingem a oitava rodada, a taxa paga pelo “seguro vitória”, é aumentada para 5 dólares. Se a equipe finalmente perder uma partida em casa, em atendimento a todos os fãs que obtiveram o seguro, estes receberão assentos para um futuro jogo avaliado em 11dólares … e a retirada dos ingressos ? Os torcedores tem de pegar seus ingressos gratuitamente na Agência Centro-Oeste da Midwest Agency.


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