sábado, 31 de julho de 2010

Categoria » Eventos

PALESTRA SOBRE OLIMPÍADAS, COPA DO MUNDO E MARKETING ESPORTIVO

Ok, está na hora de atender aos pedidos de nossos leitores e “cientistas” de plantão ! São muitos emails pedindo dicas de eventos esportivos. Palestras, seminários, cursos, graduação, pós graduação etc etc… a galera está realmente interessada em aprimorar o conhecimento na área. Vale a pena dar um confere nesta palestra. Ah… detalhe interessante: evento grátis, 0800, boca livre ! Vamos ao que interessa:

No dia 4 de agosto será oferecida a palestra “Olimpíadas e Copa do Mundo: Oportunidades de Marketing Esportivo”, ministrada pelo Prof. José Rubens D’Elia, nas instalações da Unidade Av. Paulista.
Palestra: Olimpíadas e Copa do Mundo: Oportunidades de Marketing Esportivo.
Vagas: Limitadas (necessário confirmar presença)
Inscrição: Gratuita
Local: Alameda Santos, 1893 – 11º andar. – Cerqueira César.
Estacionamento – No local
Horário: 19h.
Telefone: (11)3016-5550
Homepage: http://www.ubs.edu.br

Sobre o palestrante
Profº. José Rubens D’Elia
- É treinador de atletas olímpicos e pilotos. Treinou atletas para as Olimpíadas de Los Angeles, Seul, Barcelona, Sidney, Atenas e Pequim. Há 10 anos atua na gestão de carreira de atletas profissionais e marketing esportivo.
- Autor do Blog Fôlego no portal Globoesporte.com


OLHANDO TAMBÉM O MICRO.

Na questão olímpica é preciso trabalhar também com as questões micros.

Trata-se de um mega evento esportivo. O maior de todos. Com certeza sim, quanto a isso não há dúvidas. Mas até mesmo em função de ser grandioso, é preciso olhar também para os “menos favorecidos”, vamos assim dizer do espetáculo. Ou seja, é preciso incluir no tratamento olímpico esportes ou modalidades ou atletas com menos expressão na mídia, menos representatividade, mas que certamente possuem a sua importância dentro do espírito olímpico. Espírito, inclusive, representado pelos 5 aros na bandeira olímpica. A conquista de uma medalha de ouro em jogos olímpicos pode ter um efeito grandioso na respectiva modalidade olímpica.

Neste sentido, a Inglaterra está lançando para 2016 um programa de pequenos aportes. Esta iniciativa permitirá uma receita adicional para, apoximadamente 1,2 mil atletas olímpicos e paraolímpicos. As empresas que investirem poderão desenvolver ações de hospitalidade, ganharão ingressos para competições realizadas no intervalo até os Jogos de Londres e poderão levar alguns dos atletas a suas sedes. Para saber maiores informações a respeito, acesse o site: Máquina do Esporte.

No Brasil ainda não tivemos conhecimento de uma iniciativa parecida. Muitas serão as modalidade. As competições de tiro com arco e flecha, por exemplo, não tem um grande histórico no país, no entanto, existem praticantes. Ente os mesa tenisas, a sensação deve ser parecida. Uma parceria nos moldes acima pode trazer investimento de gestores que não teriam condições de optar pelas cotas premiums. Revertendo assim em mais receitas para os atletas.


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PROMOVENDO A GESTÃO ESPORTIVA EM NÍVEL OLÍMPICO.

Nesta útlima sexta-feira o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), através do Instituto Olímpico Brasileiro  (IOB), e o Exército nacional divulgaram a parceria firmada para fortalecer o desenvolvimento de profissionais voltados para a gestão esportiva em nível olímpico. A idéia principal é aproveitar toda a infra-estrutura da Escola de Educação Física do Exércitto (EsEFEX), na Urca, bairro do Rio de Janeiro, além dos profissionais da institução e promover eventos como cursos, palestras, seminários, que auxiliem na capacitação de gestores esportivos.

nuzman

Um dos exemplos concretos desta parceria será a realização da 2° edição do Curso Avançado de Gestão Esportiva, promovido pelo IOB. Os alunos desta segunda turma poderão benficiar-se desta nova parceria, pois as aulas presenciais poderão ser ministradas nas dependências da EsEFEX. Saiba mais sobre o curso no link: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=125761

O público alvo não ficará restrito aos profissionais de educação física e a militares. Profissionais de diferente áreas de formação como administradores, médicos, fisioterapeutas, entre outros poderão participar dos cursos de formação. Porém, meus amigos, não vão com muita sede ao pote, não animem-se tanto, calma, calma, que o curso é “voltado para 35 profissionais de diversos segmentos do cenário esportivo do país” e “destinado a profissionais de nível executivo das Confederações Nacionais Dirigentes dos Esportes Olímpicos.” segundo informação do próprio site do IOB . Para os que ainda não conhecem o Instituto e que se interessam (assim como eu) pelo tema “Gestão Esportva“, o IOB é um centro de estudos e difusão de conhecimento de referência nacional sobre esporte olímpico. Saiba mais informações sobre o Instituto no link: http://www.cob.org.br/pesquisa_estudo/instituto.asp

A iniciativa é dez, sensacional. Pena que sejam apenas 70 felizardos, 35 da primeira e da segunda turma, na grande maioria atletas e ex-atletas. É justo. É uma oportunidade para que seja dada experiência de gestão para aqueles que já possuem bastante experiência competindo. Assim, pelo menos no campo da teoria, seriam profissionais com tudo para dar certo. Deverão ser profissionais extremamente qualificados, já que o curso tem a chancela do Comitê Olímpico Brasileiro. Só nos resta ficar com água na boca. Só espero que todo este investimento nestes atletas e ex-atletas, seja “cobrado” no futuro, que eles dêem retorno ao esporte nacional.


FORTÍSSIMO CANDIDATO A ELEFANTE BRANCO.

Foi dada largada às especulações a respeito das obras de infra para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que será disputada no Brasil. São Paulo, perdeu o Morumbi, Rio ainda não começou obra do Maracanã, Belo Horizonte está na frente com o Mineirão, no Paraná o Atlético Paranaense corre p´ra conseguir grana e ter um fim diferente do tricolor paulista. Enfim, muita água vai rolar até 2014.

Mas desta vez vamos prestar mais atenção em Brasília, onde, conforme informado pelo excelente site Máquina do Esporte: o projeto de reforma do Mané Garrincha foi aprovado e custará R$ 696 milhões !!! Por lá será construído um estádio para aproximadamente 70 mil pessoas. Considerando que o Brasileirão da série A do ano passado teve uma média de público de 17.801 torcedores, que o Flamengo obteve a maior média de público entre todas as divisões, com um total de 40.035 torcedores em média, por partida e que o Brasiliense é o representante do Distrito Federal no Brasileiro, disputando a série B, não chegou nem aos 10 mil de média de público ao longo de toda a competição, temos ou não um grandíssimo candidatao a elefante branco pintando em Brasília ?

mane garrincha

Uma das maquetes do projeto de reforma do Mané Garrincha - DF.


FELIZ DIA DO AMIGO!

Nascemos a partir de um sonho e aos poucos estamos nos tornando cada vez mais realidade.

 

Uma realidade que já não é mais solitária. Ao longo dos meses o Laboratório Esportivo passou a ser uma realidade para os centenas de leitores e amigos que nos acompanham a cada post.

 

É para estes amigos de pesquisas e aprendizados que o Laboratório Esportivo saúda este dia 20 de julho. DIA DO AMIGO !

 

UM FELIZ DIA DO AMIGO para todos e esperamos que todos aproveitem este espaço. Acreditamos que a troca de conhecimentos, a tentativa de inovar sempre, poderá trazer muitos benefícios para a gestão e o marketing esportivo brasileiro.


A amizade não vê diferenças. E viva a mistura ! Afinal, isso aqui é um Laboratório !

A amizade não vê diferenças. E viva a mistura ! Afinal, isso aqui é um Laboratório !


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FIFA NO SENTIDO CONTRÁRIO DA EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA.

Enquanto pregamos aqui no Laboratório Esportivo, ressaltando o coro de muitos e muitos jornalistas, blogueiros, torcedores, comentaristas, técnicos, dirigentes e atletas, que o avanço da tecnologia deve ser utilizado a favor do esporte, a Fifa prefere botar a culpa no telão.

Entendemos que os benfícios da evolução tecnológica devem ser mais explorados no mundo esportivo. Por diversas vezes o assunto já foi tema deste Laboratório Esportivo. É verdade que o nosso foco, ao longo dos nossos posts, tem sido mais voltado para a internet e seus benefícios através da possibilidade de gerar conteúdo em massa com um investimento de capital bem reduzido. No entanto, o conceito pode também ser explorado no que diz respeito a utilização dos telões no estádio, e o seu benefício para tirar dúvidas sobre lances polêmicos. Durante o jogo Argentina x México, pelas oitavas-de-final da Copa do Mundo de Futebol da África do Sul, o lance do segundo gol da Argentina foi, indevidamente, reprisado no telão do estádio, inclusive com o tira-teima.

Neste momento todos puderam ver que o lance foi irregular. Apesar de tal fato ter demonstrado em poucos segundos que o lance foi irregular, a atitude foi lamentada pela Fifa, que instrui aos organizadores do evento que não reprisem lances polêmicos. A favor da prática do esporte e por um jogo limpo e justo, sem gols de mão, impedimentos etc. torcemos para que em breve a entidade máxima do futebol adote medidas como o telão, ou até mesmo o chip nas bolas para que lances polêmicos não sejam fundamentais no placar final de uma partida. A Fifa precisa parar com este conservadorismo. Além do que, não adianta impedir o placar eletrônico, se através do celular muitos poderão assistir ao replay dentro do próprio estádio.

Neste caso, mas pelo lado de zelar pela justiça no esporte, do que por questões de relação custo x benefício (tendo em vista que, atualmente, dinheiro é o que não falta para a Fifa), somos a favor da implantação da evolução tecnológica no esporte. No futebol, no vôlei, basquete, natação etc.


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VAMOS TER CUIDADO PARA NÃO COMETER NO RIO O MESMO ERRO DE ATENAS 2004.

Atenção rapaziada, vamos fazer dos primeiros jogos olímpicos realizados na América do Sul um evento que realmente seja um diferencial para o desporto brasileiro. E para que os jogos olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro sejam realmente um grande sucesso, é fundamental que aprendamos com os exemplos do passado, tanto os exemplos positivos como os exemplos negativos.

galatsiVejamos o caso das olimpíadas de 2014, realizadas em Atenas, na Grécia. Muitos elefantes brancos e dividas foram os principais legados deixado para os gregos após a realização dos jogos. O ginásio Galatsi, por exemplo, com capacidade para 5.200 pessoas, construído para abrigar a ginastica rítmica e o tênis de mesa, está praticamente abandonado. Apenas este investimento custou U$ 62 milhões aos contribuintes. A matéria “Legado olímpico de Atenas são ruínas que irritam gregos.” publicada no The Wall Street Jornal na última sexta-feira, traz ainda mais detalhes sobre o desastroso legado dos jogos para os cidadãos de Antenas.

Segundo a matéria: “As autoridades que organizaram e administraram os jogos acham que a súbita onda de críticas à Olimpíada não é justa.

Eles também lembram que Atenas não está sozinha: Pequim ainda não sabe o que fazer com com o enorme estádio construído para os jogos, chamado de Ninho do Pássaro.

“É fácil culpar a Olimpíada, já que ela não pode se defender”, disse Spyros Capralos, que foi secretário-geral dos jogos e ocupou vários cargos de liderança nos comitês de candidatura e organização.

O maior problema, concordam ele e outros, foi a construção de um grande número de estruturas permanentes.

Como a Grécia estava atrasada com os preparativos — o Comitê Olímpico Internacional de 2000 advertiu o país para se apressar — o foco foram os jogos, e não o que viria depois deles.

Dada a pressão contra o tempo, era mais fácil e algumas vezes mais rápido, embora mais caro, construir estruturas permanentes, ao invés de temporárias.

Em muitos casos, não houve tempo suficiente para realizar o processo de licitação, o que elevou ainda mais os gastos. Ninguém pensou nos custos de operar as áreas depois dos jogos, diz Capralos

As organizações esportivas nacionais também incentivaram as estruturas permanentes, acreditando que elas motivariam a participação nesses esportes depois dos jogos. Com exceção do remo, isso não aconteceu.

O COI afirmou que vai levar mais em consideração os planos pós-olímpicos quando escolher uma cidade-sede, mas poucos acreditam que isso mude alguma coisa. O Rio praticamente não tinha áreas construídas quando foi escolhido no ano passado para sediar a Olímpiada de 2016, mas o COI “queria os jogos na América do Sul”, diz David Wallechinsky, um historiador olímpico.”

É bom ficar de olho galera.  Não vamos deixar que cometam este mesmo erro por aqui. As olimpíadas devem ser um verdadeiro divisor de águas, e que seu legado seja realmente aproveitado pelo esporte nacional.


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SAIBA COMO MEDIR O IMPACTO DE UM MEGA EVENTO ESPORTIVO.

Lançado no Reino Unido uma plataforma de medição de impacto de grandes eventos.

Anteção para a logo da Adidas ... tá vendo ?

Anteção para a logo da Adidas ... tá vendo ?

Uma das grandes questões que assolam a comunidade da indústria do esporte, mais especificamente os gestores responsáveis pelo marketing esportivo é: “Como dimensionar o retorno trazido pelas ações de marketing através do esporte ?”. Muito se fala que a exploração do esporte como uma ferramenta de marketing pode trazer bons retornos. Há casos de sucesso, como a parceria entre Banco do Brasil e Confederação Brasileira de Vôlei, que ajudou a rejuvenecer a marca do Banco. Mas a verdade é que os profissionais de marketing envolvidos na medição de suas ações terão um trabalho grande para obter dados reais. Entretanto, há uma luz no fim do túnel, um sinal de vida para os gestores esportivos – se não os brasileiros pelo menos os que trabalham no Reino Unido.

Um conjunto de empresas líderes no mercado de organização de mega eventos criou um ferramenta para medir o impacto da realização de mega eventos. A ferramenta é um wesite que demonstra como medir o impacto de um grande evento na mídia, na economia, na sociedade e no ambiente onde o evento foi realizado.

Esta pode ser uma ferramenta poderosissíma para o desenvolvimento da indústria esportiva nos países que formam o Reino Unido. A partir do momento que você se torna capaz de quantificar o retorno trazido pela realização de um mega evento esportivo, sob vários aspectos (economico, social, de mídia etc.), você se capacita para captar e manter patrocinadores ou investidores interessados em desenvolver ações de marketing através do esporte.


PARABÉNS MULHERES !

Dia 08 de março, dia internacional da mulher !

Mulheres de Ouro

Mulheres de Ouro

O Laboratório Esportivo não poderia deixar de dar os parabéns para todas as mulheres, Brasil a fora. Atletas, dirigentes, auxiliares, torcedoras, fãs e as compreensivas também (que nem curtem tanto esporte, mas que entendem os homens e sabem ser compreensivas na hora de compartilhar os momentos esportivos do companheiro… rsrs… isso é importante !).

E que as mulheres se tornem cada vez mais presentes no mundo esportivo, colaborando com o seu toque especial de organização, capricho e zelo para que a gestão e o marketing esportivo nacional sejam ainda melhores. Fica a nossa lembrança e o nosso registro neste dia especial.


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CONFERÊNCIA DE GESTÃO E MARKETING ESPORTIVO EM SÃO PAULO

Atenção leitores que procuram obter maior conhecimento em gestão e marketing esportivo relacionados a mega eventos. Evento em São Paulo debaterá o tema e contará com a presença de palestrantes ilustres, entre eles o ministro dos esportes, Orlando Silva e Eric Truño, um dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Está programada para os dias 30 e 31 de março, no WTC Convention Center, em São Paulo, a Conferência Internacional de Gestão e Marketing Esportivo 2010. O evento está sendo organizado pela ICE Sports. Chefes de estado, funcionários do governo, CEOs do setor privado, representantes da indústria do esporte, da sociedade civil, universidades, federações e confederação estarão reunidos para discutir os diversos temas relacionados à gestão e marketing esportivo.

Entre os palestrantes destacamos a presença de Eric Truño, Secretário de Esporte de Barcelona por 14 anos e um dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Barcelona. Truño, aliás, foi contratado pelo governo brasileiro para auxiliar na coordenação e na integração dos três entes governamentais e do Comitê Organizador dos Jogos (Co-Rio), nos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007. No site ainda não há informação a respeito do valor da inscrição. Maiores informações no site da ICE Sports.