sábado, 31 de julho de 2010

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IMG RELIANCE CRIA LIGA DE BASQUETE PROFISSIONAL NA ÍNDIA.

A questão do surgimento de Ligas Desportivas parece ter um apelo mundial. Uma demonstração da exploração deste nicho de mercado, vem da Índia, onde a IMG, maior empresa do mundo no segmento de entretenimento, está investindo na criação de uma Liga de Basquete.

Uma Liga de basquete profissional misturando atletas indianos e estrangeiros será criada pela IMG Reliance, uma joint venture entre a companhia de marketing esportivo IMG (líder mundial neste segmento) e o conglomerado indiano Reliance.

A Federação da Índia de Basquete (BFI em inglês) garantiu à IMG Reliance um pacote completo de acordo comerciais relacionados ao basquete da Índia, cobrindo patrocínio, propaganda, direito de transmissão, merchandising, propriedade intelectual assegurada, franquias e novos licenciamento que forem fechados no futuro.

IMG Reliance informa que a iniciativa irá proporcionar a construção de novas arenas de basquete, além de infra-estrutura para treinamentos.

A joint venture irá dar suporte à Federação Indiana na organização e gestão de ligas estudantis, nas escolas e universidades por todo o país, para auxiliar no desenvolvimento de novos talentos que serão aproveitados para a liga profissional.

“Este é um passo muito grande em nossa visão de tornar o basquete um esporte de grande audiência e bastante popular em nosso país” disse o secretário geral da BFI, senhor Harish Sharma.

“Nós acreditamos que o basquete tem todos os ingredientes necessários para alcançar uma fatia significante do mercado do esporte profissional que está em crescimento no país e tem grande apelo entre os consumidores da Índia”, são palavras de Andrew Wildblood da IMG Reliance.

Vejam que a participação de empresas na gestão e organização de competições esportivas é uma possibilidade bastante viável, particularmente no contexto brasileiro, tendo em vista o cenário atual das entidades que hoje são as responsáveis por estas atribuições, Federações e Confederações. A medida que estas passam por dificuldades financeiras, entre outros males, uma parceria como a citada acima, poderá gerar oportunidades tanto para a empresa parceira, quanto para Federações, Confederações e atletas, que no fim da cadeia serão um dos principais beneficiados com o sucesso e a profissionalização do esporte.


A FORÇA DAS MÍDIAS SOCIAIS PODE MUDAR O BASQUETE BRITÂNICO.

As mídias sociais abriram muitas portas aos fãs de esporte, para que estes passassem a ser ouvidos como nunca. E esta é uma possibilidade que certamente oferecerá muitas oportunidades. Não sabe como ? Veja só essa iniciativa que vem lá da Inglaterra, onde um fã do basquete britânico estão usando a força das mídias sociais para impulsionar a equipe local.

Existe uma campanha, gerada por fãs, sendo lançada que poderá dar uma maior gás ao basquete britânico, como nunca antes na história. A campanha “Volte Basquete Britânico” (ou Back British Basketeball, no original em inglês) foi iniciada pelo fã de basquete e editor do site Hoopfix.com, Sam Neter.

Existe uma sensação entre a comunidade do basquete local que nada está sendo feito para promover o esporte. Com isso, Sam decidiu tomar esta iniciativa por conta própria, tornando-se a máquina de marketing que o Time da Grã-Bretanha não tem há anos. O vídeo abaixo (em inglês) dará uma noção do que Sam Neter está fazendo lá no Reino Unido.

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Com os Jogos Olímpicos de 2012 chegando e o Basquete sendo um dos poucos esportes onde o país sede não tem classificação automática garantida, o presidente da Federação Internacional de Basquete FIBA, senhor Bob Elphinston, anunciou que a Grã-Bretanha terá que buscar a classificação no Euro Basquete 2011, uma campanha que já começa a partir de agosto de 2010, com a realização de quatro amistosos. A expectativa  de Sam Neter é de casa cheia nestes jogos que serão realizados em casa.

“As pessoas dizem que a tentativa de promover o basquete neste país, em particular o apoio a seleção britânica é uma causa perdida, eu discordo. O fato da NBA vender no Reino Unido ingressos para seus jogos a cada ano, embora não na mesma escala mas sempre atingindo uma médida de 3.000 por noite, além do fato do basquete ser o terceiro esporte em participação no Reino Unido prova que o potencial de audiência/lotação/fãs existe, está lá. É só fazer o trabalho certo de conhecimento e zelo pelo time de basquete nacional.” diz Sam Neter.

Desde o lançamento da campanha muitos fãs do esporte, participantes das comunidades, estão entrando nesta campanha. Isto demonstra que um trabalho bem feito, com dedicação e muito empenho pode trazer resultados relevantes, inclusive a nível nacional. Imagine em menor escala, na sua comunidade, no seu bairro, na sua escola ? Não fique aí esperando. Faça como o Sam, mãos a obra !


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PODE FALTAR GRANA, MAS NÃO FALTAM DATAS PARA CAMPEONATOS.

As Federações ou Ligas Independentes que desejarem organizar campeonatos dentro de suas modalidades, estão com bastante datas disponíveis em seus calendários.

Por exemplo, a NBB está terminando e muitos clubes já não estão mais no torneio. Há espaço para campeonatos estaduais, ou até torneios entre estados. Outro caso famoso é o retorno da Liga do Nordeste. Campeonato que aproveitará a folga no calendário brasileiro, graças aos jogos da Copa do Mundo de Futebol. Grandes equipes do Nordeste manterão suas equipes atuantes e seus torcedores também poderão torcer pelo seu clube do coração, além dos jogos do Brasil.

No vôlei a mesma coisa. A Superliga, principal competição de vôlei no país acabou para as mulheres e terá fim para os homens amanhã. Dentro de algumas semanas os atletas das seleções irão se reunir para disputar os campeonatos representando o país. Mas e os demais atletas ? E para as outras equipes ? Não há vida além da seleção ? Sem falar que para o vôlei é época de término de temporada européia e muitos atletas voltam para o Brasil, pois ficam temporariamente sem contratos.

Então talvez seja a hora dos estados se organizarem, seja através das respectivas Federações, seja através de Ligas Independentes, para montar campeonatos dentro dos seus domínios. Torneios em um único fim de semana. Campeonatos com etapas a cada fim de semana e com duração total de um mês. Enfim, são várias as formas de competição.

Pode faltar grana, patrocínio, tudo bem, isto é importante. Mas é bom que todos entendam que o aumento de público de um determinado esporte também depende de um calendário de competições movimentados e, além disso, há muitos atletas que querem jogar, por necessidade de manter-se bem fisicamente, manter o ritmo de jogo e também para faturar uma grana, ainda que não seja uma fortuna.


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UM OLHAR ESPECIAL PARA AS LIGAS ESPORTIVAS.

Atenção leitores deste Laboratório Esportivo, o esporte nacional está se tornando cada vez mais “independente”, e isso é excelente !!! E o que é mais incrível e surpreendente, os dois últimos exemplos vieram do futebol.

Liga NordesteNesta última foram dois sinais de que as Ligas estão se tornando cada vez mais uma opção de mudanças no esporte nacional. O site Máquina do Esporte noticiou a volta da Liga do Nordeste, segundo o próprio site da competição este é o campeonato responsável pela maior média de público nos estádios e em audiência.

É importante ressaltar que isto também representa uma vitória judicial diante de uma das entidades mais poderosas do esporte brasileiro, a Confederação Brasileira de Futebol. Como muito bem destacado pelo Máquina do Esporte: “A reedição da Liga do Nordeste encerra, também, uma batalha jurídica entre a liga e a CBF, que em 2003 acabou com a realização do torneio para transformar o sistema do Campeonato Brasileiro em pontos corridos, retornando os campeonatos estaduais. Desde então, a liga processou a entidade máxima do futebol brasileiro, argumentando que ela havia rompido um acordo e prejudicado financeiramente a liga. O processo se arrastava na Justiça desde então, e a CBF já havia perdido em duas instâncias.

A confederação desportiva mais rica do esporte nacional não tem como impedir que as Ligas existam. Está na lei, Lei 9.615, batizada de Lei Pelé.

Art. 13. O Sistema Nacional do Desporto tem por finalidade promover e aprimorar as práticas desportivas de rendimento.

Parágrafo único. O Sistema Nacional do Desporto congrega as pessoas físicas e jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, encarregadas da coordenação, administração, normalização, apoio e prática do desporto, bem como as incumbidas da Justiça Desportiva e, especialmente:

V – as ligas regionais e nacionais

Liga Nacional de Basquete

Liga Nacional de Basquete

E já que a Lei permite a existência de tais instituições, o G4 de São Paulo (Grupo dos 4 grandes clubes de São Paulo – São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos) publicou um manifesto na última semana onde está claro a intenção de se formar uma Liga Independente !!! Está no item “d” do manifesto: “d) Gestionar junto aos seus pares para que se constitua uma liga independente no futebol brasileiro”. Será ??? Aí está um acontecimento que eu adoraria ver. O futebol brasileiro precisa se renovar, além disso, precisa sair das rédias da CBF e da TV Globo. Só ressaltando que a Globo apenas aproveitou-se da má situação financeira dos clubes, estes sim, os verdadeiros culpados de tamanha dependência do futebol brasileiro para com a TV Globo.

Vale lembrar que este não é um movimento isolado, restrito ao futebol. No Brasil existe a NBB, principal competição de basquete do Brasil, organizado pela Liga Nacional de Basquete, entidade independente. E como nada na vida é por acaso, não é atoa que os principais campeonatos do vôlei nacional, organizados pela Confederação Brasileira de Vôlei se chamam Superliga e Liga (1° divisão e 2 ° divisão, respectivamente) e que o principal campeonato nacional promovido pela Confederação Brasileira de Futsal chama-se Liga Futsal.


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EM BUSCA DE UMA GESTÃO ESPORTIVA PROFISSIONAL.

Será um sinal de mudança de rumo na gestão dos esportes olímpicos dos grandes clubes do Rio de Janeiro ?

As últimas notícias são animadoras principalmente no Flamengo, que captou patrocínio no Basquete e que ontem divulgou a contratação do maior velocista mundial nas piscinas, ouro no mundial e ouro olímpico, Cesar Cielo. Valendo-se do seu histórico como ex-nadadora da seleção brasileira, que já competição nas olimpíadas inclusive, Patrícia Amorim, atual presidente do rubro-negro carioca, está captando atletas para o clube. Esse sempre foi seu maior objetivo durante as eleições. Vendo os movimentos do rival o Fluminense já se mexeu para não ficar p´ra trás e também aposta no desenvolvimento da natação para voltar a ser forte nesta modalidade. Leia mais.

O próximo passo, como bem lembrou o ex-medalhista olímpico e, profundo conhecedor no assunto gestão dos esportes olímpicos, Gustavo Borges, será trabalhar para que os clubes façam um projeto duradouro e, principalmente, para que haja uma infra-estrutura a altura. Em relação a infra-estrutura já comentamos em posts anteriores que o Rio de Janeiro tem, apenas faz mau uso, ou uso algum delas. Quer um exemplo ? Veja esta matéria que demonstra o estado de conservação do estádio Maria Lenk, principal parque aquático construído para os jogos Pan-Americanos.

Entretanto, os clubes não possuem esta infra-estrutura. Esta infra é do estado. E aí já começa um ouuuutro problema. A parceira entre órgãos governamentais, clubes e federações. Aí reside um outro graaaande problema !!!


RIO 2016. CIDADE OLÍMPICA QUE NÃO TEM ESPORTES OLÍMPICOS

Hoje o Rio de Janeiro ainda é uma cidade despreparada, do ponto de vista esportivo, para absorver o legado da olimpíada. Não há competições esportivas fortes o suficiente para atrair um publico que sustente a utilização das futuras instalações esportivas. A nossa sorte é que ainda restam 6 anos para que se implemente uma gestão esportiva com foco no longo prazo e que esta ausência seja sanada. Vejamos alguns exemplos:

No Basquete o estado do Rio possui apenas o Flamengo, como representante na NBB, principal campeonato da modalidade no país. Na última temporada a equipe rubro-negra tornou-se campeã, levando até 8.500 pagantes no último jogo disputado na Arena HSBC. Entretanto, ao longo da competição o clube, considerado como sendo de maior torcida do país, teve uma média de público de, aproximadamente, 1.200 torcedores, nos jogos em casa (Fonte: http://www.flabasquete.com/). Apenas para registro o Flamengo mandou os seus jogos em dois locais diferentes, além do HSBC Arena, jogou no Tijuca Tênis Clube e no Maracanãzinho. Logicamente que com números tão modestos o clube não conseguiu ter lucro referente a bilheteria.

Na Superliga de vôlei o estado está “melhor” representado. Unilever e Macaé Sports jogam no feminino e Volta Redonda representa o Rio no masculino. Entretanto, a unica equipe da capital, comandada pelo Bernardinho, realmente briga por título. As outras duas são do interior do estado e fazem um trabalho que precisa de maior investimento e profissionalismo. Outro ponto importante é que a equipe da Unilever tentou mandar alguns jogos no Maracanãzinho, mas as partidas não apresentaram um bom público, causando o retorno desta para o modesto ginásio do Tijuca Tênis Clube.

Fica a clara evidência de que os esportes olímpicos no Rio de Janeiro não são fortes o suficiente para fazer valer a utilização de um Maracanãzinho ou uma Arena HSBC, ou Arena Multiuso, dois legados dos jogos pan-americanos e que são sub-utilizados. As federações e as equipes locais precisam começar agora a fazer um planejamento estratégico a longo prazo, visando fomentar equipes fortes e, por consequência, proporcionando competições locais mais atrativas, para que, por fim, o público demonstre interesse em acompanhar os jogos, gerando retorno para as instalações esportivas que a cidade terá como legado, após a realização dos jogos olímpicos de 2016.


BONS EXEMPLOS DE AÇÕES DE MARKETING ESPORTIVO UTILIZANDO A INTERNET.

Existem diversas maneiras de divulgar um evento esportivo, uma equipe, ou uma marca através de vídeos na internet. Já demonstramos por aqui várias formas de divulgar seu evento. Demos uma dica até para os que desejam divulgar jogo de pôquer !

Desta vez trazemos dois exemplos recentes de como divulgar uma partida de futebol e de basquete. O primeiro exemplo é bem brasileiro e vem de Santos. A equipe do Santos Futebol Clube, em sua tv oficial, publicou um vídeo convocando a equipe para um jogo do campeonato paulista contra o Oeste, no sábado. O texto da chamada publicada no Youtube diz “Vai fazer o que sábado a noite? Os jogadores do Santos FC convidam você para ajudar a embalar o time neste Campeonato Paulista neste sábado a noite…

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O outro exemplo vem dos Estados Unidos. A equipe de marketing da Universidade de Washington criou recentemente um vídeo, chamado “The Dancin’ Dawgs”, com uma “dancinha” dos atletas da equipe de basquete. De uma forma bem simples a Universidade consegue trabalhar a divulgação de sua equipe e de seus atletas. O vídeo é irônico e acaba estreitando o laço entre os fãs da equipe e seus atletas, pois estes se demonstram bem a vontade na apresentação.

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É fato que a internet auxilia cada vez mais a divulgar. Através de cada exemplo que trazemos ficamos mais certos disto. Nossa intenção agora passa a ser demonstrar formas criativas de divulgar sua marca ou evento. Já que não precisamos mais convencê-lo de que você precisa estar na web. Seu time, seu campeonato, sua Liga, devem estar online ! Há muitas maneiras de criar ações na internet. Você pode investir recursos pesados e ter um jogo online, personalizado, por exemplo, como fizeram recentemente a Nike e a Adidas. Mas você também pode fazer algo mais simples, menos custoso, como fez o Santos e o time de basquete da Universidade de Washington, por exemplo.

Para ter um bom retorno com as suas ações online seja criativo. Fique tranqüilo porque se depender do Laboratório Esportivo, bons exemplos é que não irão faltar. Fiquem ligados !


APESAR DAS DIFICULDADES DEVEMOS SER CRÍTICOS E NÃO PESSIMISTAS.

No último domingo, dia 24 de janeiro, o jornal O Globo trouxe em seu caderno de esporte a reportagem “Último arremesso de três”. A matéria falava sobre a tentativa de ressurreição do basquete brasileiro com a contratação do técnico argentino Rubén Magnano (campeão olímpico em 2004), além da criação da Escola Nacional de Técnicos. Especificamente sobre a criação da ENT, o jornal trouxe a opinião de duas pessoas importantes e experientes no meio e que a primeira vista soaram ser um pouco pessimistas.

O ex-atleta Walmir Marques é comentarista da ESPN.

O ex-atleta Walmir Marques é comentarista da ESPN.

A primeira opinião foi dada por Wlamir Marques, ex-atleta da seleção masculina de basquete, bi-campeão mundial em 1959 e 1963, atual comentarista da ESPN Brasil.

“Mesmo citado como futuro membro da ENT (Escola Nacional de Técnicos), Wlamir não anda lá muito otimista. – Nunca vai haver escola, porque a classe é desunida. O que é a escola ? Vai mudar o que ? A base ? É facílimo fundar a escola. Difícil é fazê-la funcionar. Ela não vai mudar os técnicos, pois a estrutura é viciada – afirmou Wlamir Marques. – O país vive de fenômenos, como o  Cesar Cielo, Guga, e é assim no atletismo, ginástica, taekwondo. Não há escola, não há política de esportes. Só se vive de fenômenos. O Vôlei é forte na seleção. Os estaduais são fracos. Tenho 72 anos, estou no esporte há 62. Nada muda. Os dirigentes são os mesmos há 20 anos.”

Continuando os comentários, o jornal descreve ainda a opinião da rainha Hortência, ex-atlelta e hoje diretora da seleção feminina na Confederação Brasileira de Basquete.

Ex-atleta Hortência é diretora da CBB

Ex-atleta Hortência é diretora da CBB

“Segundo ela, a entidade perdeu força internacional. – Estamos muito distantes do mundo. Na Fiba-Américas, não há brasileiro. Quando os nossos técnicos assistiram às finais da WNBA, da Euroliga, da Copa Rainha da Espanha ? - questionou, acrescentando que o único a fazer isso recentemente foi Paulo Bassul, técnico da seleção até 2009, que pode ser substituído. – Não podemos ficar fechados em nosso mundinho, achando que sabemos de tudo. Em qualquer empresa, você se recicla. No basquete, não. Nossos técnicos não podem esperar que a CBB traga estrangeiros para dar clínicas. Nossos técnicos têm de ter a iniciativa de viajar e aprender, mas muitos sequer falam inglês ou espanhol.

Na opinião do Laboratório Esportivo não devemos ser pessimistas mas sim críticos.

As opiniões são extremamente pertinentes, principalmente por virem de pessoas que conhecem a realidade do basquete brasileiro dentro e fora das quadras. Sabemos que a gestão esportiva no Brasil, independente do esporte, está longe do ideal. Ainda há muito amadorismo e dirigentes não remunerados que, conseqüentemente, não encaram suas atribuições de forma profissional. No entanto, não devemos achar que nada mudará e que não adianta implementar melhorias. Devemos sim, encarar a realidade e ver que ela é dura e difícil, mas temos a obrigação de tentarmos mudá-la.

Sejamos críticos, para encontrar os problemas, as dificuldades e tentar encontrar soluções, mas nunca pessimistas.


POR FIM, O RESULTADO DA AVALIAÇÃO DO BASQUETE DO FLAMENGO.

Já analisamos o site do Basquete Rubro-Negro. Como se não bastasse a existência de um único site o clube mantém logo dois !!! Se alguém souber o porque, está aberto o espaço para respostas. Apenas não se iluda com o resultado trazido pelo Google, pois ele te mostrará o site mas antigo.

Vamos agora analisar a interatividade proporcionada aos fãs do Basquete do Flamengo.

Não há nenhuma ação oficial no Orkut e nem no Twitter. Entretanto foi criada uma página muito interessante. A rede oficial do Flabasquete.com, que está na nova versão do site: http://www.flamengo.com.br/site/principal/. Ao navegar no site você pode perceber que a intenção é justamente a de trazer os flamenguistas que curtem basquete para dentro deste domínio. Ou seja, o objetivo é atrair visitantes e não espalhá-los por outras redes de relacionamento.

Rede de relacionamento oficial do Basquete do Flamengo.

Rede de relacionamento oficial do Basquete do Flamengo.

No flabasquete.com é possível criar um grupo, como se fosse uma comunidade, você também terá um perfil de acesso, pode convidar amigos. Tem as características básicas de um site de relacionamento, mas tem um diferencial: Os membros podem gerar conteúdo para o site. Ou seja, ao presenciar um jogo você poderá fazer seus comentários, incluir fotos, vídeos e informar o resultado final, praticamente a mesma coisa que uma agência de notícia faria, só que com um graaaaande diferencial, quem está publicando é o seu cliente e você não o paga por isso, nenhum centavo.

Muito bom este site, proporcionando um nível avançado de interatividade aos fãs de vôlei, que são flamenguistas e que estão sempre navengando na internet.

Resultado dos testes em Laboratório para o Basquete do Flamengo:

Encontrabilidade: Boa

Interatividade:Muito boa

Resultado Final: Altamente recomendado ;-)


1 comentário

BASQUETE DO FLAMENGO ESTÁ ONLINE, MAS TÁ CONFUSO !

Basquete do Flamengo !!!

Basquete do Flamengo !!!

Vamos analisar como as novas mídias estão sendo utilizados por grandes instituições esportivas.

Para isso vamos usar o caso do Basquete do Flamengo. Como já é de costume vamos fugir um pouco do futebol e dar ênfase aos esporte olímpicos.

Ao digitar as palavras-chave: Basquete Flamengo no Google, assim mesmo, sem aspas, separadas e sem a letra “e”, você encontrará 3.530.000 resultados.

Os três primeiros resultados da busca no Google irão te direcionar para o site oficial do clube. Beleza, o fã de basquete encontrará o site da equipe facilmente. Isto se chama encontrabilidade, termo super importante para que o seu site tenha popularidade na internet. A nota ruim é que ao clicar no primeiro resultado da busca você cairá no site que contém o histórico da equipe rubro-negra, só que desatualizado !!! Não consta, por exemplo, o mais importante título conquistado recentemente, o título de campeão brasileiro pelo Novo Basquete Brasil, o NBB.

Este detalhe talvez seja o menos importante. O mais curioso é perceber que o Rubro-Negro carioca possui dois sites principais !!!! É isso mesmo. Existe o: http://www.flamengo.com.br/site_clube/home_clube.htm e o http://www.flamengo.com.br/site/principal/. Repare que no segundo consta a palavra “Beta” no cabeçalho do site, ou seja, teoricamente é apenas uma versão de teste. Mas ocorre que este é justamente o mais atualizado e, por ser uma versão de teste, é o mais moderno, de design mais avançado, com mais recursos. O pior é que o site “antigo” é o que o Google demonstra nas primeiras colocações.

Estar nas primeiras colocações do google não quer dizer pouca coisa. Não se pode ficar com uma versão mais antiga no ar, sendo esta a mais encontrada pelo mecanismo de busca mais utilizado em todo o mundo. Apenas para se ter uma idéia só no mês de agosto o Google foi acessado por mais de 34 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBOPE Nielsen Online.

Vamos mudar isso ae ! A galera que curte o Basquete do Flamengo merece o que há de melhor, e mais atualizado !!!