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	<title>Laboratorio esportivo - Gestão Esportiva e Marketing Esportivo &#187; Planejamento Estratégico</title>
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	<description>Gestão Esportiva e Marketing Esportivo</description>
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		<title>DESENVOLVA AÇÕES DE MARKETING ESPORTIVO ONLINE E ESQUEÇA E-MAILS.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 11:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Savio Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[E-mail]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo leitores e leitoras, integrantes deste Laboratório Esportivo. Fui bem radical no título deste post para deixar bem claro para todos os que estão nos acompanhando que aos poucos o e-mail, ferramenta que revolucionou o ambiente de trabalho para os que estão na faixa etária acima de 30, 35 anos, está cada vez mais se tornando obsoleto. Ou seja, se você ainda enche a boca para falar que em seu plano de marketing esportivo constam ações via mala direta, pode parando! Isso já não é mais onda. Bota a viola no saco e reconheça que você tem que rever seus conceitos.</p>
<p><a href="http://laboratorioesportivo.com.br/files/2010/08/Rec_Email.gif"><img class="alignright size-full wp-image-1451" title="Rec_Email" src="http://laboratorioesportivo.com.br/files/2010/08/Rec_Email.gif" alt="Rec_Email" width="260" height="296" /></a>Com o surgimento das mensagens em SMS ou torpedo, do MSN e outras ferramentas de mensagens instantâneas, além é claro, do tão comentado twitter, cada vez mais os jovens estão abrindo mão de utilizar o e-mail para comunicar-se. É fato que eles até possuem uma conta, para que consigam se cadastrar nestas ferramentas online, mas utilizar, de fato, tem sido tarefa muito rara, para a maioria dos jovens. Veja o caso das mensagens de texto, via celular, ou torpedo SMS. Uma pesquisa recente feita com os norte-americanos, constatou que adultos acima de 18 anos costumam enviar 10 mensagem/dia. Meninos entre 14 e 17 anos enviam até 30 mensagens e as meninas, nesta mesma faixa etária, enviam até 100 mensagems. Por fim, a mesma pesquisa diz que em 2009 foram enviadas 5 trilhões de mensagens, em todo o mundo. Veja mais dados sobre a pequisa <a title="Conteúdo em inglês." href="http://mashable.com/2010/08/17/text-messaging-infographic/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+Mashable+(Mashable)" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>Resumindo, caros fãs de gestão e marketing esportivo, como falamos anteriormente em posts como <a href="http://laboratorioesportivo.com.br/blog/2010/02/25/e-preciso-olhar-alem-de-orkut-facebook-e-twitter/" target="_blank">&#8220;É Preciso Olhar Além de Fecebook, Orkut e Twitter.&#8221;</a> você tem que ir além e explorar ao máximo as ferramentas online para maximizar o seu planejamento de marketing. Entretanto, esteja atento ao cenário digital. Neste meio as coisas mudam muito rapidamente e o seu plano pode perder qualidade em função de tais mudanças. Continue atuante no mundo online, tenha cuidado e certifique-se de que está fazendo uso das ferramentas online mais adequadas para o público alvo que se quer atingir.</p>
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		<title>RIO 2016. CIDADE OLÍMPICA QUE NÃO TEM ESPORTES OLÍMPICOS</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 09:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Savio Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpiadas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Vôlei]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o Rio de Janeiro ainda é uma cidade despreparada, do ponto de vista esportivo, para absorver o legado da olimpíada. Não há competições esportivas fortes o suficiente para atrair um publico que sustente a utilização das futuras instalações esportivas. A nossa sorte é que ainda restam 6 anos para que se implemente uma gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o Rio de Janeiro ainda é uma cidade despreparada, do ponto de vista esportivo, para absorver o legado da olimpíada. Não há competições esportivas fortes o suficiente para atrair um publico que sustente a utilização das futuras instalações esportivas. A nossa sorte é que ainda restam 6 anos para que se implemente uma gestão esportiva com foco no longo prazo e que esta ausência seja sanada. Vejamos alguns exemplos:</p>
<p>No Basquete o estado do Rio possui apenas o Flamengo, como representante na NBB, principal campeonato da modalidade no país. Na última temporada a equipe rubro-negra tornou-se campeã, levando até 8.500 pagantes no último jogo disputado na Arena HSBC. Entretanto, ao longo da competição o clube, considerado como sendo de maior torcida do país, teve uma média de público de, aproximadamente, 1.200 torcedores, nos jogos em casa (Fonte: <a href="http://www.flabasquete.com/page/bilheterias-1?page=2">http://www.flabasquete.com/</a>). Apenas para registro o Flamengo mandou os seus jogos em dois locais diferentes, além do HSBC Arena, jogou no Tijuca Tênis Clube e no Maracanãzinho. Logicamente que com números tão modestos o clube não conseguiu ter lucro referente a bilheteria.</p>
<p>Na Superliga de vôlei o estado está &#8220;melhor&#8221; representado. Unilever e Macaé Sports jogam no feminino e Volta Redonda representa o Rio no masculino. Entretanto, a unica equipe da capital, comandada pelo Bernardinho, realmente briga por título. As outras duas são do interior do estado e fazem um trabalho que precisa de maior investimento e profissionalismo. Outro ponto importante é que a equipe da Unilever tentou mandar alguns jogos no Maracanãzinho, mas as partidas não apresentaram um bom público, causando o retorno desta para o modesto ginásio do Tijuca Tênis Clube.</p>
<p>Fica a clara evidência de que os esportes olímpicos no Rio de Janeiro não são fortes o suficiente para fazer valer a utilização de um Maracanãzinho ou uma Arena HSBC, ou Arena Multiuso, dois legados dos jogos pan-americanos e que são sub-utilizados. As federações e as equipes locais precisam começar agora a fazer um planejamento estratégico a longo prazo, visando fomentar equipes fortes e, por consequência, proporcionando competições locais mais atrativas, para que, por fim, o público demonstre interesse em acompanhar os jogos, gerando retorno para as instalações esportivas que a cidade terá como legado, após a realização dos jogos olímpicos de 2016.</p>
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